As crenças geradas em nossa infância moldam quem somos quando adultos.
- Jefferson Silva
- 17 de ago. de 2025
- 2 min de leitura

Ah se os pais soubessem da tamanha importância que eles tem em nosso fortalecimento emocional quando adultos... Seríamos pessoas mais seguras e cognitivamente mais funcionais.
Nossas crenças são o modo que interpretamos tudo à nossa volta. Enxergamos as situações, os eventos, as pessoas e a nós mesmo de acordo com o modo que fomos ensinados desde nossa chegada ao mundo. As pessoas responsáveis por nossa criação, em geral pai e mãe, passam seus valores e modo de vida de forma consciente e também inconsciente e nada passa despercebido pelo olhar atento de uma criança em desenvolvimento. Mesmo que os cuidadores tentem passar bons exemplos, de acordo com seu modo de pensar, suas atitudes e falas também possuem grande peso em nossa criação.
Ambientes tóxicos, pais autoritários ou ausentes, palavras negativas e de depreciação, exemplos de vida com valores distorcidos da sociedade, tudo isso vai gerando em nós o nosso modo de ver e encarar a vida.
E o que se entende por crenças são disfuncionais?
Seriam padrões de pensamentos profundamente enraizados e muitas vezes inconscientes que distorcem a realidade e afetam negativamente as emoções, comportamentos e bem-estar de uma pessoa. Essas crenças são frequentemente consideradas verdades absolutas e podem levar a interpretações distorcidas da realidade, autossabotagem e dificuldades em relacionamentos e objetivos.
O papel do psicólogo, neste caso, é buscar identificar essas crenças e como foram geradas e, de acordo com um tratamento específico, trazer novas perspectivas para cada crença apresentada. Não é uma tarefa simples, mas é possível de se atingir bons resultados com um tratamento adequado.
Pais e mães, se atentem as crenças e valores que passam aos seus filhos.
Texto de Jeff Silva, com informações de IA.

