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As crenças geradas em nossa infância moldam quem somos quando adultos.

Ah se os pais soubessem da tamanha importância que eles tem em nosso fortalecimento emocional quando adultos... Seríamos pessoas mais seguras e cognitivamente mais funcionais.


Nossas crenças são o modo que interpretamos tudo à nossa volta. Enxergamos as situações, os eventos, as pessoas e a nós mesmo de acordo com o modo que fomos ensinados desde nossa chegada ao mundo. As pessoas responsáveis por nossa criação, em geral pai e mãe, passam seus valores e modo de vida de forma consciente e também inconsciente e nada passa despercebido pelo olhar atento de uma criança em desenvolvimento. Mesmo que os cuidadores tentem passar bons exemplos, de acordo com seu modo de pensar, suas atitudes e falas também possuem grande peso em nossa criação.


Ambientes tóxicos, pais autoritários ou ausentes, palavras negativas e de depreciação, exemplos de vida com valores distorcidos da sociedade, tudo isso vai gerando em nós o nosso modo de ver e encarar a vida.


E o que se entende por crenças são disfuncionais?


Seriam padrões de pensamentos profundamente enraizados e muitas vezes inconscientes que distorcem a realidade e afetam negativamente as emoções, comportamentos e bem-estar de uma pessoa. Essas crenças são frequentemente consideradas verdades absolutas e podem levar a interpretações distorcidas da realidade, autossabotagem e dificuldades em relacionamentos e objetivos. 


O papel do psicólogo, neste caso, é buscar identificar essas crenças e como foram geradas e, de acordo com um tratamento específico, trazer novas perspectivas para cada crença apresentada. Não é uma tarefa simples, mas é possível de se atingir bons resultados com um tratamento adequado.


Pais e mães, se atentem as crenças e valores que passam aos seus filhos.


Texto de Jeff Silva, com informações de IA.



plugamente.com.br por Jeff Silva

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